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Atribuições de um Técnico em Edificações ou Construção Civil..



Fonte:
http://slr.santos.sites.uol.com.br/atribuicoes.htm





Atribuições de um Técnico em Edificações ou Construção Civil..

Técnicos em Construção Civil



Fonte: Ministério do Trabalho



Descrição



Técnico de obras civis - Assistente de engenharia (construção civil), Auxiliar técnico de engenharia (construção civil) , Fiscal de medição (obras civis) , Inspetor de obras , Técnico de analista de custos (construção civil) , Técnico de construção civil , Técnico de edificações , Técnico de edificações, estradas e saneamento , Técnico de engenharia civil , Técnico de manutenção de obras , Técnico de obras , Técnico de planejamento de obras , Técnico em canteiro de obras de construção civil , Técnico em desenho de construção civil , Técnico em laboratório e campo de construção civil , Técnico orçamentista de obras na construção civil



Descrição sumária



Realizam levantamentos topográficos e planialtimétricos. Desenvolvem e legalizam projetos de edificações sob supervisão de um engenheiro civil; planejam a execução, orçam e providenciam suprimentos e supervisionam a execução de obras e serviços. Treinam mão-de-obra e realizam o controle tecnológico de materiais e do solo.



Características do Trabalho - Condições gerais de exercício



Trabalham na construção civil e indústrias de materiais para construção. Podem, também, trabalhar em laboratórios de pesquisa e desenvolvimento, planejamento, orçamento, projetos, gerenciamento, controle e execução de obras. Trabalham em equipe, sob supervisão ocasional, com carteira assinada ou por conta-própria. Atuam em ambientes fechados ou abertos, por rodízio de turnos. Freqüentemente estão sujeitos ao trabalho em grandes alturas, expostos a ruídos, material tóxico e condições variáveis de temperatura.



Formação e experiência



Para o exercício dessas ocupações, requer-se curso técnico em edificações, técnico em construção civil de várias modalidades, em nível médio, oferecidos pelas instituições de formação profissional e escolas técnicas, com registro no CREA. O desempenho pleno das atividades ocorre com menos de um ano de experiência na área.



Áreas de Atividades:

A - REALIZAR LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO



1 Fazer levantamento planialtimétrico

2 Elaborar desenho topográfico

3 Desenvolver planilhas de cálculo

4 Locar obras

5 Conferir cotas e medidas



B - DESENVOLVER PROJETOS SOB SUPERVISÃO

1 Coletar dados do local e do cliente
2 Interpretar projetos
3 Elaborar plantas seguindo normas e especificações técnicas
4 Elaborar projetos arquitetônicos
5 Desenvolver projeto de estrutura de concreto
6 Elaborar projetos de estrutura metálica
7 Elaborar projetos de instalações hidrossanitárias
8 Elaborar projetos de instalações elétricas, telefônicas e spdac
9 Elaborar projetos de instalações de prevenção e combate a incêndios
10 Elaborar projetos de instalações de ar condicionado
11 Elaborar projeto de instalações de cabeamento estruturado
12 Compatibilizar projetos para eliminar as interferências


C - LEGALIZAR PROJETOS E OBRAS

1 Conferir projetos
2 Selecionar documentos para legalização da obra
3 Encaminhar projetos para aprovação junto aos órgãos competentes
4 Controlar prazo de documentação
5 Corrigir as não-conformidades
6 Requerer aprovação de vistoria nos órgãos competentes
7 Providenciar encerramento das obras
8 Organizar arquivo técnico


D - PLANEJAR O TRABALHO DE EXECUÇÃO DE OBRAS CIVIS

1 Elaborar plano de ação
2 Definir a logística
3 Propor cronograma físico
4 Participar da definição de métodos e técnicas construtivas
5 Dimensionar equipe de trabalho
6 Listar máquinas, equipamentos e ferramentas
7 Elaborar cronograma de suprimentos
8 Racionalizar canteiro de obras
9 Acompanhar os resultados dos serviços


E - ORÇAR OBRAS

1 Fazer estimativa de custos
2 Interpretar projetos e especificações técnicas
3 Fazer visita técnica para levantamento de dados
4 Levantar quantitativos de projetos de edificações
5 Cotar preços de insumos e serviços
6 Fazer composição de custos diretos e indiretos
7 Elaborar planilha de quantidade e de custos
8 Comparar custos
9 Elaborar cronograma físico-financeiro


F - PROVIDENCIAR SUPRIMENTOS E SERVIÇOS



1 Pesquisar a existência de novas tecnologias
2 Elaborar cronograma de compras
3 Consultar estoque
4 Selecionar fornecedores
5 Fazer cotação de preços
6 Elaborar estudo comparativo de custos
7 Negociar preços, prazos de entrega e condições de pagamento de produtos e serviços



G - SUPERVISIONAR EXECUÇÃO DE OBRAS

1 Inspecionar a qualidade dos materiais e serviços
2 Controlar o estoque e o armazenamento de materiais
3 Seguir as instruções dos fabricantes
4 Buscar a industrialização de processos executivos
5 Racionalizar o uso dos materiais
6 Cumprir cronograma preestabelecido
7 Coordenar equipes de trabalho
8 Conferir execução e qualidade dos serviços
9 Fiscalizar obras
10 Realizar medições
11 Efetivar pagamentos na obra
12 Realizar apropriação de máquinas, equipamentos e mão-de-obra
13 Fazer diário de obras
14 Solucionar problemas de execução
15 Zelar pela organização, segurança e limpeza da obra
16 Padronizar procedimentos


H - EXECUTAR CONTROLE TECNOLÓGICO DE MATERIAIS E SOLOS



1 Aplicar normas técnicas
2 Operar equipamentos de laboratório e sondagem
3 Executar serviços de sondagem
4 Coordenar equipe de coleta de amostras e ensaios
5 Coletar amostras
6 Executar ensaios
7 Especificar os materiais utilizados nos ensaios
8 Quantificar os materiais utilizados nos ensaios
9 Elaborar relatórios técnicos
10 Analisar relatórios técnicos
11 Controlar estoque dos materiais de ensaio


I - TREINAR MÃO-DE-OBRA

1 Definir objetivos do treinamento
2 Programar atividades teóricas e práticas
3 Elaborar material didático
4 Supervisionar as aulas práticas
5 Conscientizar o aprendiz quanto ao uso racional de materiais, equipamentos e do tempo
6 Avaliar o aproveitamento do aprendiz


J - VENDER PRODUTOS E SERVIÇOS

1 Fazer pesquisa de mercado
2 Divulgar o produto
3 Demonstrar viabilidade do produto ao cliente
4 Adequar o produto às necessidades do mercado e do cliente
5 Elaborar propostas comerciais
6 Emitir contratos
7 Prestar assistência técnica


K - EXECUTAR A MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE OBRAS

1 Fazer visita técnica para diagnóstico
2 Verificar responsabilidade
3 Apresentar soluções alternativas
4 Orçar o serviço
5 Providenciar o reparo
6 Supervisionar a execução


Competências pessoais

1 Realizar serviços de acordo com normas de higiene, saúde e segurança no trabalho
2 Tomar decisões cabíveis às funções realizadas
3 Utilizar legislação trabalhista
4 Comunicar-se
5 Trabalhar em equipe
6 Prestar primeiros socorros
7 Redigir documentos comerciais técnicos
8 Manter-se atualizado e informado
9 Comunicar-se em idiomas estrangeiros
10 Agir com ética
11 Solucionar problemas
12 Demonstrar dinamismo e criatividade
13 Conscientizar-se sobre questões ambientais
14 Agir com liderança
15 Demonstrar capacidade em negócios
16 Demonstrar capacidade de relacionamento
17 Avaliar produção e produtividade


Recursos de trabalho

Computador, calculadoras, nível a laser, vídeo, televisão, rádio comunicador, nível laiser, estação total, prumos, trena, Gps, esquadro de obra, telefone celular / bip, EPIs, equipamentos de laboratório, materiais de desenho, equipamentos de topografia, projetor de slides, Softwares específicos.



G - SUPERVISIONAR EXECUÇÃO DE OBRAS

1 Inspecionar a qualidade dos materiais e serviços
2 Controlar o estoque e o armazenamento de materiais
3 Seguir as instruções dos fabricantes
4 Buscar a industrialização de processos executivos
5 Racionalizar o uso dos materiais
6 Cumprir cronograma preestabelecido
7 Coordenar equipes de trabalho
8 Conferir execução e qualidade dos serviços
9 Fiscalizar obras
10 Realizar medições
11 Efetivar pagamentos na obra
12 Realizar apropriação de máquinas, equipamentos e mão-de-obra
13 Fazer diário de obras
14 Solucionar problemas de execução
15 Zelar pela organização, segurança e limpeza da obra
16 Padronizar procedimentos


H - EXECUTAR CONTROLE TECNOLÓGICO DE MATERIAIS E SOLOS



1 Aplicar normas técnicas
2 Operar equipamentos de laboratório e sondagem
3 Executar serviços de sondagem
4 Coordenar equipe de coleta de amostras e ensaios
5 Coletar amostras
6 Executar ensaios
7 Especificar os materiais utilizados nos ensaios
8 Quantificar os materiais utilizados nos ensaios
9 Elaborar relatórios técnicos
10 Analisar relatórios técnicos
11 Controlar estoque dos materiais de ensaio


I - TREINAR MÃO-DE-OBRA

1 Definir objetivos do treinamento
2 Programar atividades teóricas e práticas
3 Elaborar material didático
4 Supervisionar as aulas práticas
5 Conscientizar o aprendiz quanto ao uso racional de materiais, equipamentos e do tempo
6 Avaliar o aproveitamento do aprendiz


J - VENDER PRODUTOS E SERVIÇOS

1 Fazer pesquisa de mercado
2 Divulgar o produto
3 Demonstrar viabilidade do produto ao cliente
4 Adequar o produto às necessidades do mercado e do cliente
5 Elaborar propostas comerciais
6 Emitir contratos
7 Prestar assistência técnica


K - EXECUTAR A MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE OBRAS

1 Fazer visita técnica para diagnóstico
2 Verificar responsabilidade
3 Apresentar soluções alternativas
4 Orçar o serviço
5 Providenciar o reparo
6 Supervisionar a execução


Competências pessoais

1 Realizar serviços de acordo com normas de higiene, saúde e segurança no trabalho
2 Tomar decisões cabíveis às funções realizadas
3 Utilizar legislação trabalhista
4 Comunicar-se
5 Trabalhar em equipe
6 Prestar primeiros socorros
7 Redigir documentos comerciais técnicos
8 Manter-se atualizado e informado
9 Comunicar-se em idiomas estrangeiros
10 Agir com ética
11 Solucionar problemas
12 Demonstrar dinamismo e criatividade
13 Conscientizar-se sobre questões ambientais
14 Agir com liderança
15 Demonstrar capacidade em negócios
16 Demonstrar capacidade de relacionamento
17 Avaliar produção e produtividade 


Olá pessoal, outro dia estava olhando como se muda a escala de um desenho de forma simples utilizando outro objeto como referencia.
Com isso podemos utilizar o comando ALIGN ao invés do SCALE, veja como é bem simples nas imagens abaixo:

Ative o comando ALIGN  digitando AL na barra de comandos do AutoCAD, em seguida selecione o objeto que deseja mudar a escala e em seguida pressione o botão direito do mouse, espaço ou enter. Após ser feito isso selecione o primeiro ponto do objeto e click no objeto de referencia:

Em seguida selecione o segundo ponto do objeto a ser escalonado:

Agora aperte um dos comandos ENTER, ESPAÇO ou BOTÃO DIREITO, e depois aperte a tecla Y confirmando que você quer reajustar o seu objeto de acordo com o tamanho do objeto de referencia:

Dessa forma o objeto muda de escala mesmo você não sabendo o fator correto de escala, ou seja você evita utilizar as formulas dos comando SCALE e mesmo assim deixa seu desenho na escala desejada.
Caso você só queira alinhar o desenho é o mesmo processo porém ao invés de apertar o a tecla Y é só dar dois ENTERs, Veja como fica o desenho alinhado a um objeto inclinado.

Você pode clicar em qualquer ponto do objeto de referencia, e em seguida aperte o ENTER duas vezes.


Desta forma o objeto fica na posição do objeto de referencia e sem perder sua escala original.

Técnico de Planejamento

domingo, 29 de janeiro de 2012

O técnico de planejamento não elabora projetos, quem faz isto é técnico projetista ou de projetos. O Tecnico de planejamento trabalha no planejamento de obras, elaborando cronogramas, acompanhando a execução, etc. O serviço pode ser em escritório ou no campo, depende de cada caso.


Quanto ao salário, 2400 é uma boa média, mas pode ser mais baixo ou mais alto, dependendo da experiência e responsabilidade. O curso do prominp é interessante e pode ser um diferencial no mercado.

Para ser técnico de planejamento, é necessário que se tenha um curso técnico qualquer, visto que não existe esta profissão regulamentada pelo CREA.

O programa masi utilizado é o MS PROJECT, para se fazer o gerenciamento de escopo de projetos, o tecnico de planejamento deve ter conhencimento de calculos, para que os dados lançados em seu cronograma nao seja lançados através de estimativas, aumentando assim a magem de erro de seu projeto.


atalhos cad 2d em inlgês

quarta-feira, 20 de julho de 2011
Me solicitaram os atalhos do cad 2d em inglês, segue ai abaixo os atalhos mais usados, espero que sejam uteis.

Comandos e teclas de atalho:
  • arc – a
  • area – aa
  • array – ar
  • block definition – b
  • boundary creation – bpoly
  • chanfer – cha
  • circle – c
  • copy – co
  • ddedit – ed
  • dim – rad/l/al/an
  • dimension style manager – d
  • dist – di, distância entre dois elementos.
  • ellipse – el
  • erase – e
  • explode – x
  • extend – ex
  • external reference – er
  • filet – f
  • hatch – h
  • insert – i
  • join – j
  • layer properties manager – la
  • line – l
  • line type scale – lts
  • line weight settings – lw
  • list – li/ls
  • match properties – ma
  • mirror – mi
  • move – m
  • mtext – t
  • object snap – tecla F3 para ligar e desligar.
  • offset – o
  • ortho – tecla F8 para ligar e desligar.
  • pan – p / scroll or counter button
  • point – po
  • poly line – pe, edição de polilinhas.
  • polyline – pl, desenhar linhas contínuas.
  • properties – ch
  • redraw – r
  • redraw all – ra
  • regen – re
  • region – reg
  • scale – sc, para escalar elementos.
  • stretch – s
  • trim – tr, para cortar linhas.
  • undo – u
  • view marger – v
  • zoom – z
  • writeblock – w
vlw galera

mercado das maquetes eletronicas

sexta-feira, 8 de julho de 2011
muitos já ouviram falar das maquetes eletrônicas, essa é a forma mais interessante de mostrar para seu cliente o imóvel ou  seja lé qual for o tipo de projeto, pois devemos levar em consideração que nem todas as pessoas tem a noção de leitura e  interpretação de projetos. e sem essa habilidade fica muito difícil de do cliente comprar seu projeto ou  até mesmo acreditar que o que você esta dizendo seja verdade.
com isso surgem as maquetes, onde podemos caminhas pelo imóvel como se estivesse dentro dele, podemos fazer detalhes de vários ambientes de acordo com o o que o seu cliente lhe solicita. vejamos abaixo o exemplo de algumas maquetes eletrônicas, observem a realidade que é possível mostrar para o cliente.







observação: nenhuma dessas maquetes são de minha autoria, todas foram conseguidas na internet através do sistema de busca da google.

voltando ao assunto, é por essa realidade que nos profissionais da área de desenhos e projetos devemos buscar e sempre tentar superar, pios o mercado atualmente não tem profissionais suficientes e com a capacitação necessária para a demanda do mercado, outra coisa muito importante neste meio de trabalha é capacidade de cada profissional de reproduzir com a qualidade maxima e o mais proximo da realidade que os programas nos permitem, em breve estarei postando imagens e dando dicas sobre o assunto e falando algo sobre o programa 3ds studio max. até a próxima.


OUTRO DIA ALGUEM  ME PERGUNTOU COMO SE PERSONALIZAVAS OS ATALHOS DO AUTO CAD 2011 EM PORTUGUES POIS MUITAS PESSOAS COSTUMAM USAR OS ATALHOS EM INGLES, NA BASE DA CURIOSIDADE DESCOBRI COMO SE FAZ USO DESTA FUNCIONALIDADE DO PROGRAMA, VOU EXPLICAR COMO FUNCIONA.

                             1º PASSO ABRA SEU AUTO CAD 2011 EM PORTUGUES

EM SEGUI VOCE ABRE O O MENU FERRAMENTAS, EM SEGUIDA PERSONALIZAR, DEPOIS EDITAR PARAMETROS DO PROGRAMA (ACAD.PGP) CONFORME A IMAGEM ABAIXO:
FEITO ISSO ABRIRÁ A SEGUINTE PAGINA:
EM SEGUIDA VOCE DEVERÁ PROCURA NA PAGINA DO ACAD BLOCO DE NOTAS ESTA LISTA DE COMNADOS, QUE JA ESTAO PRE-DEFINIDOS NO AUTO CAD, AI VOCE ALTERA DE ACORDO COM OS ATALHOS QUE VOCE MAIS USA, NAO PROCURE ALTERAR COISAS QUE VOCE NAO USA POIS ISSO AUMENTA  A CHANCE DE VOCE INSERIR DOIS ATALHOS IGUAIS PARA COMANDOS DIFERENTES: O QUE DEIXARA O COMANDO INUTILIZADO; VEJA COMO SE DEVE ALTERAR O COMANDO:

VOCE ABRE A AREA DE TRABAHO DO AUTO CAD SEM FECHAR O BLOCO DE NOTAS, OLHA O NOME DA FERRAMENTA E DEPOIS PROCURA ELA NA LISTA DE COMANDOS PARA QUE VOCE POSSA ALTERAR O ATALHO PARA TAL FERRAMENTA, É IMPORTANTE SE ATENTAR PARA QUE NAO HAJA DUPLICIDADE DE COMANDOS:

AGORA BASTA IR NA LISTA E MUDAR O ATALHO PARA O QUE MELHOR LHE FOR CONVENIENTE, NO MEU CASO MUDAREI PARA TR POIS ESTOU ACOSTUMADO A USAR OS ATALHOS EM INGLES:

AGORA BASTA FECHAR O BLOCO DE NOTAS SALVAR SUAS ALTERAÇÕES E DEPOIS FECHAR O AUTO CAD E ABRI-LO NOVAMENTE E SEUS ATALHOS ESTARÃO DO JEITO QUE VOCE DEIXOU.

ESPERO QUE SEJA UTIL

PABLOOOO

Construções futurista e copa de 2014

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Hoje em dia na construção o lance mesmo é se projetar o que ninguém nunca ousou de se fazer, normalmente exemplos deste tipo de construção pode se ver na cidade conhecida como paraíso da construção civil (Dhubai) nos Emirados Árabes Unidos, La podemos ver construção que o fogem totalmente do padrão que estamos acostumados a ver. Pode ser dizer que o sonho de muitos profissionais da engenharia é participar da execução de tais projetos. Veja alguns exemplos abaixo de obras conhecidas em Dhubai.



Com a chegada da copa do mundo de 2014 muito se espera para a forma dos novos estádios que serão utilizados na copa, mais acho que não precisamos esperar algo tão grandioso como as construções Árabes para este evento no Brasil não, pois nosso país ainda não tem uma estrutura para que seja viável a construção de obras deste nível, por isso iremos ver novos estádio “ modernos” porem nada tão fora do comum como o estádio subterrâneo “The Wall” no Catar, fora que para um país de clima tropical não se tem tanta a necessidade de se fazer um estádio deste tipo.

 projeto de modernização estádio mineirão para 2014


   estádio subterrâneo

com isso devemos nos focar mais em ver um bom futebol e valorizar o que nossa engenharia e arquitetura trouxer de novo para nosso país.

fonte: web

o que é o ISO 9000 e 9001?

domingo, 6 de fevereiro de 2011



Desde os seus primórdios, a industrialização levantou questões relativas à padronização, ao gerenciamento de processos e à qualidade dos produtos. No início do século XX, destacaram-se os estudos de Frederick Taylor visando racionalizar as etapas de produção, aproveitados com sucesso por Henry Ford, que implantou a linha de montagem.
A padronização internacional começou pela área eletrotécnica, com a constituição, em 1922, da International Electrotechnical Commission (IEC).
O seu exemplo foi seguido em 1926, com o estabelecimento da International Federation of the National Standardizing Associations (ISA), com ênfase na engenharia mecânica. As atividades da ISA cessaram em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial.
Com o final do conflito, em 1946 representantes de 25 países reuniram-se em Londres e decidiram criar uma nova organização internacional, com o objetivo de "facilitar a coordenação internacional e unificação dos padrões industriais". A nova organização, a Organização Internacional para Padronização, iniciou oficialmente as suas operações em 23 de fevereiro de 1947 com sede em Genebra, naSuíça.
Com a acentuação da globalização na década de 1980, aumentou a necessidade de normas internacionais, nomeadamente a partir da criação da União Europeia.
Conforme Seddon, "Em 1987, o governo britânico persuadiu a Organização Internacional para Padronização (ISO) a adotar a BS 5750 como uma norma padrão internacional. A BS 5750 tornou-se a ISO 9000."[1]

[editar]ISO 9000:1987

Essa primeira norma tinha estrutura idêntica à norma britânica BS 5750, mas era também influenciada por outras normas existentes nos Estados Unidos da América e por normas de defesa militar (as "Military Specifications" - "MIL SPECS"). Subdividia-se em três modelos de gerenciamento da qualidade, conforme a natureza das atividades da organização:
  • ISO 9001:1987 Modelo de garantia da qualidade para design, desenvolvimento, produção, montagem e prestadores de serviço - aplicava-se a organizações cujas atividades eram voltadas à criação de novos produtos.
  • ISO 9002:1987 Modelo de garantia da qualidade para produção, montagem e prestação de serviço - compreendia essencialmente o mesmo material da anterior, mas sem abranger a criação de novos produtos.
  • ISO 9003:1987 Modelo de garantia da qualidade para inspeção final e teste - abrangia apenas a inspeção final do produto e não se preocupava como o produto era feito.

[editar]ISO 9000:1994

Essa norma continha os termos e definições relativos à norma ISO 9001:1994. Não é uma norma certificadora, apenas explicativa, dos termos e definições da garantia da qualidade.

[editar]ISO 9001:1994

Essa norma tinha a garantia da qualidade como base da certificação. A norma tinha os seguintes requisitos:
4.1 Responsabilidade da Direção (Trata do papel da alta direcção na implementação do sistema da Qualidade);
4.2 Sistema da qualidade (Descreve a documentação que compõe o sistema da qualidade);
4.3 Análise do contrato (Trata da relação comercial entre a empresa e os seus clientes);
4.4 Controle da concepção e projecto (Trata da concepção e desenvolvimento de novos produtos para atender aos clientes);
4.5 Controle dos documentos e dados (Trata da forma de controlar os documentos do sistema da qualidade);
4.6 Compras (Trata da qualificação dos fornecedores de materiais / serviços e do processo de compras);
4.7 Produto fornecido pelo Cliente (Trata da metodologia para assegurar a conformidade dos produtos fornecidos pelo Cliente para incorporar ao produto final);
4.8 Rastreabilidade (Trata da história desde o início do fabrico do produto ou da prestação do serviço);
4.9 Controle do processo (Trata do processo de produção dos produtos da empresa);
4.10 Inspecção e ensaios (Trata do controle da qualidade que é realizado no produto ou serviço);
4.11 Controle de equipamentos de inspecção, medição e ensaio (Trata do controle necessário para a calibração / verificação dos instrumentos que inspeccionam, meçam ou ensaiem a conformidade do produto);
4.12 Situação da inspecção e ensaios (Trata da identificação da situação da inspecção do produto ou serviço em todas as etapas da sua produção)
4.13 Controle do produto não conforme (Trata da metodologia de controle para os produtos fora de especificação);
4.14 Acção correctiva e preventiva (Trata das acções necessárias para as não conformidades identificadas de forma a evitar que aconteça e a sua repetição);
4.15 Manuseamento, armazenamento, embalagem, preservação e expedição (Trata dos cuidados com o produto acabado até a sua expedição para o cliente);
4.16 Controle dos registos da qualidade (Trata da metodologia do controle dos registos da qualidade para facilitar a sua identificação,recuperação);
4.17 Auditorias internas da qualidade (Trata da programação das auditorias internas da qualidade);
4.18 Formação (Trata do levantamento de necessidades de formação e da programação das respectivas formações);
4.19 Serviços após - venda (Trata dos serviços prestados após venda);
4.20 Técnicas estatísticas (Trata da utilização de técnicas estatísticas na empresa);
Esta versão por exigir muito "papel" em vez da implementação das práticas como exigido pela ISO 9001:2008.

[editar]ISO 9001:2000

Para solucionar as dificuldades da anterior, esta norma combinava as 9001, 9002 e 9003 em uma única, doravante denominada simplesmente 9001:2000.
Os processos de projeto e desenvolvimento eram requeridos apenas para empresas que, de fato, investiam na criação de novos produtos, inovando ao estabelecer o conceito de "controle de processo" antes e durante o processo.[2] Esta nova versão exigia ainda o envolvimento da gestão para promover a integração da qualidade internamente na própria organização, definindo um responsável pelas ações da qualidade. Adicionalmente, pretendia-se melhorar o gerenciamento de processos por meio de aferições de desempenho e pela implementação de indicadores para medir a efetividade das ações e atividades desenvolvidas.
Mas a principal mudança na norma foi a introdução da visão de foco no cliente. Anteriormente, o cliente era visto como externo à organização, e doravante passava a ser percebido como integrante do sistema da organização. A qualidade, desse modo, passava a ser considerada como uma variável de múltiplas dimensões, definida pelo cliente, por suas necessidades e desejos. Além disso, não eram considerados como clientes apenas os consumidores finais do produto, mas todos os envolvidos na cadeia de produção.como a sociedade do nosso pais que quanto mais s compra mais satisfação o produtor

[editar]ISO 9000:2005

Foi a única norma lançada nesse ano, descrevendo os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade que, no Brasil, constituem o objeto da família ABNT NBR ISO 9000, e definindo os termos a ela relacionados. É aplicável a organizações que buscam vantagens através da implementação de um sistema de gestão da qualidade; a organizações que buscam a confiança nos seus fornecedoresde que os requisitos de seus produtos serão atendidos; a usuários dos produtos; aqueles que têm interesse no entendimento mútuo da terminologia utilizada na gestão da qualidade (por exemplo: fornecedores, clientes, órgãos reguladores); aqueles, internos ou externos à organização, que avaliam o sistema de gestão da qualidade ou o auditam, para verificarem a conformidade com os requisitos da ABNT NBR ISO 9001 (por exemplo: auditores, órgãos regulamentadores e organismos de certificação); aqueles, internos ou externos à organização, que prestam assessoria outreinamento sobre o sistema de gestão da qualidade adequado à organização; e a grupos de pessoas que elaboram normas correlatas.

[editar]ISO 9001:2008

A versão atual da norma foi aprovada no fim do ano de 2008.
Esta nova versão foi elaborada para apresentar maior compatibilidade com a família da ISO 14000, e as alterações realizadas trouxeram maior compatibilidade para as suas traduções e consequentemente um melhor entendimento e interpretação de seu texto.
Outra importante alteração nesta versão foi a sub-cláusula 1.2 que introduz o conceito de exclusões. Esta cláusula permite que requisitos da norma que não sejam aplicáveis devido a características da organização ou de seus produtos sejam excluídos, desde que devidamente justificados. Desta forma, garante-se o caráter genérico da norma e sua aplicabilidade para qualquer organização, independente do seu tipo, tamanho e categoria de produto.

[editar]Critérios para a normatização

As normas foram elaboradas por meio de um consenso internacional acerca das práticas que uma empresa deve tomar a fim de atender plenamente os requisitos de qualidade total. A ISO 9000 não fixa metas a serem atingidas pelas organizações a serem certificadas; as próprias organizações é quem estabelecem essas metas.
Uma organização deve seguir alguns passos e atender a alguns requisitos para serem certificadas. Dentre esses podem-se citar:
  • Padronização de todos os processos-chave da organização, processos que afetam o produto e conseqüentemente o cliente;
  • Monitoramento e medição dos processos de fabricação para assegurar a qualidade do produto/serviço, através de indicadores de performance e desvios;
  • Implementar e manter os registros adequados e necessários para garantir a rastreabilidade do processo;
  • Inspeção de qualidade e meios apropriados de ações corretivas quando necessário; e
  • Revisão sistemática dos processos e do sistema da qualidade para garantir sua eficácia.
Um "produto", no vocabulário da ISO, pode significar um objeto físico, ou serviço, ou software.
International Organization for Standardization publicou em 2004 um artigo que dizia: "Atualmente as organizações de serviço representam um número grande de empresas certificadas pela ISO 9001:2000, aproximadamente 31% do total"

maiores detalhes no site :  http://pt.wikipedia.org/wiki/ISO_9000

fonte Wikipédia


O QUE É PCMAT? 

O PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção) é um plano que estabelece condições e diretrizes de Segurança do Trabalho para obras e atividades relativas à construção civil.
QUAIS SÃO OS OBJETIVOS DO PCMAT?
  • Garantir, por ações preventivas, a integridade física e a saúde do trabalhador da construção, funcionários terceirizados, fornecedores, contratantes, visitantes, etc. Enfim, as pessoas que atuam direta ou indiretamente na realização de uma obra ou serviço;
  • Estabelecer um sistema de gestão em Segurança do Trabalho nos serviços relacionados à construção, através da definição de atribuições e responsabilidades à equipe que irá administrar a obra.
EM QUAIS OBRAS É NECESSÁRIA A ELABORAÇÃO DO PCMAT?
A legislação aplicável ao assunto é a Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego, que contempla a Norma Regulamentadora nº 18 (NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção). Esta, em seu item 18.3.1, especifica a obrigação da elaboração e implantação do PCMAT em estabelecimentos (incluindo frente de obra) com 20 trabalhadores (empregados e terceirizados) ou mais.
COMO É ELABORADO O PCMAT?
A elaboração do programa se dá pela antecipação dos riscos inerentes à atividade da construção civil. De modo semelhante à confecção do PPRA, (item 18.3.1.1 – “O PCMAT deve contemplar as exigências contidas na NR-9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais” ), são aplicados métodos e técnicas que têm por objetivo o reconhecimento, avaliação e controle dos riscos encontrados nesta atividade laboral.
A partir deste levantamento, são tomadas providências para eliminar ou minimizar e controlar estes riscos, através de medidas de proteção coletivas ou individuais.
É importante que o PCMAT tenha sólida ligação com o PCMSO (Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional), uma vez que este depende do PCMAT para sua melhor aplicação.
QUEM PODE ELABORAR UM PCMAT?
De acordo com a NR-18, em seu item 18.3.2, somente poderá elaborar um PCMAT profissional legalmente habilitado em Segurança do Trabalho.
QUAL O ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PCMAT?
A elaboração do PCMAT é realizada em 5 etapas:
1. Análise de projetos
É a verificação dos projetos que serão utilizados para a construção, com o intuito de conhecer quais serão os métodos construtivos, instalações e equipamentos que farão parte da execução da obra.
2. Vistoria do local
A vistoria no local da futura construção serve para complementar a análise de projetos. Esta visita fornecerá informações sobre as condições de trabalho que efetivamente serão encontradas na execução da obra. Por exemplo: verificar o quanto e em que local haverá escavação, se há demolições a serem feitas, quais as condições de acesso do empreendimento, quais as características do terreno, etc.
3. Reconhecimento e avaliação dos riscos
Nesta etapa é feito o diagnóstico das condições de trabalho encontradas no local da obra. Surgem, então, a avaliação qualitativa e quantitativa dos riscos, para melhor adoção das medidas de controle.
4. Elaboração do documento base
É a elaboração do PCMAT propriamente dito. É o momento onde todo o levantamento anterior é descrito e são especificadas as fases do processo de produção. Na etapa do desenvolvimento do programa têm de ser demonstradas quais serão as técnicas e instalações para a eliminação e controle dos riscos.
5. Implantação do programa
É a transformação de todo o material escrito e detalhado no programa para as situações de campo. Vale salientar que, de nada adianta possuir um PCMAT se este servir apenas para ficar “na gaveta”.
O processo de implantação do programa deve contemplar:
  • Desenvolvimento/aprimoramento de projetos e implementação de medidas de controle;
  • Adoção de programas de treinamento de pessoal envolvido na obra, para manter a “chama” da segurança sempre acesa;
  • Especificação de equipamentos de proteção individual;
  • Avaliação constante dos riscos, com o objetivo de atualizar e aprimorar sistematicamente o PCMAT;
  • Estabelecimento de métodos para servir como indicadores de desempenho;
  • Aplicação de auditorias em escritório e em campo, de modo a verificar a eficiência do gerenciamento do sistema de Segurança do Trabalho.
QUAIS ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR NO DOCUMENTO BASE?
1. Comunicação prévia à DRT (Delegacia Regional do Trabalho)
  • Informar:
    • Endereço correto da obra;
    • Endereço correto e qualificação do contratante, empregador ou condomínio;
    • Tipo de obra;
    • Datas previstas de início e conclusão da obra;
    • Número máximo previsto de trabalhadores na obra.
Obs.: Em duas vias, protocolizar na DRT ou encaminhar via correio com AR (Aviso de Recebimento).
2. O local
  • Entorno da obra
    • Moradias adjacentes;
    • Trânsito de veículos e pedestres;
    • Se há escolas, feiras, hospitais, etc.
  • A obra
    • Memorial descritivo da obra, contendo basicamente: Número de pavimentos; área total construída; área do terreno sistema de escavação; fundações; estrutura; alvenaria e acabamentos; cobertura
3. Áreas de vivência
  • Instalações sanitárias;
  • Vestiário;
  • Local de refeições;
  • Cozinha;
  • Lavanderia;
  • Alojamento;
  • Área de Lazer;
  • Ambulatório.
4. Máquinas e equipamentos
  • Relacionar as máquinas e equipamentos utilizados na obra, definindo seus sistemas de operação e controles de segurança.
5. Sinalização
  • Vertical e horizontal (definindo os locais de colocação e demarcação)
6. Riscos por fase da obra
  • Atividade x Risco x Controle
  • Fases da obra
    • Limpeza do terreno;
    • Escavações;
    • Fundações;
    • Estrutura;
    • Alvenaria e acabamentos;
    • Cobertura.
7. Procedimentos de emergência
  • Para acidentes:
    • Registrar todos os acidentes e incidentes ocorridos na obra, criando indicadores de desempenho compatíveis.
  • Anexar mapa para hospital mais próximo;
  • Disponibilizar telefones de emergência.
8. Treinamentos
  • Listar os assuntos que serão abordados considerando os riscos da obra (preferencialmente a cada mudança de fase de obra);
  • Emitir Ordens de Serviço por função;
  • CIPA: Constituir se houver enquadramento. Caso contrário indicar pessoa responsável.
9. Procedimentos de saúde
  • Referenciar a responsabilidade da execução do PCMSO;
  • Encaminhar ao médico coordenador os riscos na execução da obra.
10. Cronograma
  • Cronograma físico/executivo;
  • Estimativa de quantidade de trabalhadores por fase ou etapa da obra;
  • Cronograma de execução de proteções coletivas;
  • Cronograma de uso de EPI's;
  • Cronograma das principais máquinas e equipamentos.
11. Croquis/ilustrações (Em Anexo)
  • Layout do canteiro de obras;
  • Equipamentos de proteção coletiva – EPC's;
  • EPI's;
  • Proteções especiais;
  • Detalhes construtivos;
  • Materiais;
  • Etc
Fontes: Web
nois que tá